Barreira de contenção e ato de salvação



 

Registro, com alegria de cidadão rondoniense, o trabalho que o governo do estado vem realizando, com ajuda do Poder Legislativo, através de emendas de parlamentares, na recuperação, expansão e construções de hospitais municipais e regionais em vários municípios de Rondônia.

Ter um projeto ou um programa de governo voltado para a manutenção e ampliação da rede de saúde, complementado com os equipamentos necessários e os indispensáveis profissionais treinados e capacitados, é a mais eficiente política de saúde voltada para as ações, curativas e preventivas, com respeito à dignidade da pessoa humana.

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Isto significa receber e tratar o paciente/contribuinte em sua própria região ou cidade, perto de casa, próximo da família, cuja presença representa, por si só, elemento de confiança, restabelecimento e cura.

Lembro que, o final dos anos 90, eu como secretário de saúde de Ariquemes e a secretária Eliane Pasini, da mesma pasta de saúde em Pimenta Bueno naquela ocasião, já lutávamos, através do Consems, pela implantação dos hospitais regionais nas cidades polo do estado.

Sabíamos que um conveniozinho daqui outro dali com a Sesau, assim como o aumento de frotas de ambulâncias, não resolveriam os problemas de saúde que todos enfrentávamos. Eram somente medidas paliativas.

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Foi preciso o deputado Nilton Capixaba encerrar sua carreira política por envolvimento na ‘Máfia das Ambulâncias’, (lembram?) que era a nova ordem para salvar vidas, esperar passar mais de duas décadas, para vermos alguma atitude que, de fato, funcione como barreira de contenção para evitar o colapso do sistema de saúde pública de Porto Velho, que há muito pede socorro.

Quer um exemplo? Somente a implantação do centro cirúrgico no hospital municipal da pequena cidade de Cujubim, recentemente, possibilitou a realização de 150 cirurgias eletivas ano passado. Menos 150 viagens de ambulâncias para a Capital, menos sofrimento para 150 pessoas que seriam despejadas nos sempre lotados Pronto Socorro João Paulo II e Hospital de base. Longe de casa, longe da família.

E por falar nisso: a quantas anda a construção do Heuro após o último escândalo? Já pagaram o dono da terra?

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É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ que é publicado e vai ao ar toda segunda-feira às 17hs30.

Fonte: noticiastudoaqui.com        

 



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