
Redação, Porto Velho RO, 15 de abril de 2026 - Porto Velho pode enfrentar um grave risco de colapso sanitário nos próximos dias devido à falta de estrutura da nova empresa responsável pela coleta de lixo na capital.
A poucos dias do início do contrato, a empresa Sistemma ainda não possui condições mínimas para operar o serviço, considerado essencial para a saúde pública. Entre os principais problemas identificados estão a ausência de base física na cidade, falta de funcionários contratados e inexistência de frota e equipamentos adequados.
Falta de estrutura preocupa
Levantamentos apontam que a empresa ainda não dispõe de:
- Sede ou filial instalada em Porto Velho
- Equipe formada, incluindo motoristas e coletores
- Garagem estruturada para a operação
- Logística específica para regiões como o Baixo Madeira
A situação gera preocupação imediata, já que o atual contrato de coleta está próximo do encerramento, reduzindo o tempo para uma transição segura do serviço.
Risco direto à saúde pública

Especialistas alertam que a interrupção da coleta pode provocar acúmulo de lixo, aumento de doenças e agravamento das condições sanitárias, especialmente em uma cidade com clima quente e úmido como Porto Velho.
O serviço atende uma população de quase meio milhão de habitantes, o que amplia o impacto de uma eventual descontinuidade.
A empresa também acumula registros de dificuldades operacionais em outras cidades, incluindo paralisações e reclamações sobre estrutura e condições de trabalho, o que aumenta a preocupação sobre a capacidade de execução do contrato na capital.
Cenário de tensão
Nos bastidores, o clima é de incerteza diante da proximidade do início das operações. A avaliação técnica é de que, sem estrutura mínima, há risco real de falhas no serviço logo nos primeiros dias.
Resumo:



A situação coloca Porto Velho em alerta e pressiona autoridades por soluções rápidas para evitar um colapso urbano.
Fonte: noticiastudoaqui.com