O esforço da oposição para culpar Bolsonaro



 

Temos visto em todas as mídias, o esforço desprendido pelas forças que fazem oposição ao presidente Jair Bolsonaro ou ao seu governo, em culpa-los por tudo que acontece de ruim. Até por atos e fatos a que eles mesmos deram causa. Como são os casos da morte, não devidamente esclarecida, do miliciano Adriano da Nóbrega, pela Polícia Militar da Bahia e, agora, pelo motim de parte das forças militares do Ceará.

Quem matou o miliciano, ex-militar que virou bandido, foi a Polícia Militar da Bahia. Esse é o fato. Mas se faz de tudo para fazer o povo crer que foi a família de Bolsonaro que mandou apagar o arquivo. E por que? Porque o tal miliciano teria envolvimento com a morte da ex-vereadora Marielle Franco e seu motorista. Como o sujeito foi homenageado pelo filho do presidente quando este era deputado estadual no Rio de Janeiro, logo ... vem a teoria da conspiração.

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Mas então, foram logo ‘usar’ a gloriosa Polícia Militar da Bahia, sob gestão de governo, ferrenhamente adversário, para apagar suposto ‘arquivo’? Não seria melhor a ‘inteligência técnica e policial’ esclarecer à nação os fatos, circunstâncias e atos que levaram a polícia baiana a matar o bandido?

Não! Isso não interessa aos objetivos políticos da Oposição. O melhor mesmo, é deixar o corpo insepulto, como aliás, está.

Agora, todos os brasileiros e estrangeiros viram a ação tresloucada de um senador da República, Cid Gomes, invadir um quartel rebelado da Polícia Militar do Ceará, sua terra, com uma pá carregadeira. E pior, vê-lo atingido por balas disparadas por seus conterrâneos que, sem saber quem vem de lá, entrincheirados na luta por melhores salários, atiraram em legítima defesa.

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Enquanto isso, o oposicionista governo do estado, permanece inerte diante da insubordinação de suas ‘forças’.

O governo do Brasil corre em socorro ao povo da bela Fortaleza que, em pleno período de férias, carnaval e turismo, viu a bandidagem tomar conta das ruas e matar dezenas de pessoas em poucos dias. Manda para lá, o seu ministro da Justiça e da Segurança, Sérgio Moro. Este, por sua vez, envia forças especiais federais e se decreta a Lei e Ordem para oferecer segurança aos cearenses e turistas.

Ciro Gomes, ex-governador e ex-candidato a presidente da República derrotado, oposicionista destemperado do atual governo federal, acorre em socorro ao ‘tresloucado’ irmão e aponta: o culpado de tudo é o presidente Jair Bolsonaro.

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É política torta, acintosamente agressiva e irresponsável, nada republicana em ação. Revela uma ausência de patriotismo ao Brasil e ausência de respeito à mínima inteligência de cada cidadão Brasileiro.

Veja a seguir, vídeos publicados nas redes sociais, com várias manifestações, como a de um cidadão brasileiro inconformado com o que ver.

Observe agora o noticiário estrangeiro sobre a violência no Ceará 

Cid, o “louco”

A PM do Ceará é unânime em dizer que Cid Gomes errou ao avançar com uma retroescavadeira contra um quartel tomado por policiais amotinados em Sobral.

Diz O Globo:

“O adjetivo ‘louco’ é um dos mais utilizados para se referir a Gomes entre os amotinados.”

A avaliação é que os tiros disparados contra o senador foram um ato de legítima defesa.

Os efeitos

No Ceará, a paralisação ilegal de policiais militares já está em seu oitavo dia.

No período, segundo contabilidade da Secretaria de Segurança Pública do estado, foram registrados 170 assassinatos. O governo federal respondeu à situação, enviando tropas da Força Nacional para, nas palavras do ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), “garantir a proteção da população em substituição aos policiais que paralisaram suas atividades”.

- Os policiais do país inteiro, não só do Ceará, são profissionais dedicados, que arriscam suas vidas, são profissionais que devem ser valorizados. É o momento de servir e proteger, acalmar os ânimos, afirmou o ministro.

Mas para o oposicionista André Figueiredo (CE), líder do PDT, partido de Cid Gomes, isso não é suficiente. Ele quer e cobra uma declaração clara do governo a respeito do motim, ao invés de assumir com o seu governador, as consequências de suas gestões. Afinal, os estados têm governos independentes, eleitos pelo voto. Não são mais, como ocorreu no passado, nomeados pelo presidente da República.  

- O envio da Força Nacional é louvável, mas o presidente da República tem que se encarar como tal e dar uma declaração condenando veemente o que ocorre no Ceará. Isso não foi feito até agora; muito pelo contrário, o que se vê são os filhos do presidente dando declarações sinalizando apoio ao movimento, cobra ele.

Por último, veja o desabafo indignado o presidente da República, Jair Bolsonaro, contra a mídia que, contrariada em seus interesses nada republicanos, dá voz, amplia e repercute erroneamente os fatos como se verdade fossem.

Fonte: noticiastudoaqui.com 

 



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