Brasil tem 703 mortes em 24 h e uma semana de média abaixo de 700



 

O Brasil teve hoje 703 mortes por covid-19. No total, já foram registradas 581.228 mortes pela doença. Os dados foram obtidos pelo consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de Saúde.

A média móvel de óbitos ficou em 643. Hoje faz uma semana que este dado está abaixo de 700. Em 2021, este dado ficou acima de mil durante 191 dias seguidos. Em 2020, o tempo máximo foram 31 dias.

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A média móvel é o cálculo da média diária de mortes a partir dos dados dos últimos sete dias. O número é considerado o mais confiável para analisar o avanço ou regresso da pandemia, uma vez que consegue corrigir as flutuações nos dados das secretarias de saúde que ocorrem aos fins de semana e feriados, quando os estados trabalham em esquema de plantão.

Quatro estados não registraram nenhuma morte nas últimas 24 horas: Acre, Amapá, Amazonas e Rondônia.

Hoje também foram registrados 25.805 novos casos de coronavírus. Desde o início da pandemia já foram feitos 20.803.672 diagnósticos positivos da doença.

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Dados do Ministério da Saúde

Em boletim divulgado hoje, o Ministério da Saúde informou que o Brasil notificou 737 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, houve 581.150 óbitos provocados pela doença no país.

Pelos dados da pasta, houve 27.345 casos confirmados de covid-19 no Brasil entre ontem e hoje, elevando o total de infectados para 20.804.215 desde março de 2020.

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Segundo o governo federal, houve 19.775.873 casos recuperados da doença até o momento, com outros 447.192 em acompanhamento.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

(Uol)



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