Diretor do Telegram não dá a mínima para Barroso, que fica possesso



 

No dia 16 de dezembro, o ministro Luis Roberto Barroso, na qualidade de Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enviou um ofício para Pavel Durov, diretor executivo do aplicativo Telegram.

Borroso solicitava uma reunião.

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Não recebeu resposta.

O tal ofício foi encaminhado em dois e-mails.

Na sequência, o TSE tentou enviar o documento físico.

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Não obteve êxito.

No suposto endereço da empresa, nos Emirados Árabes, ninguém foi encontrado, após quatro tentativas de entrega do documento.

A conclusão que se chega é que Pavel Durov, do Telegram, não está nem ai para o ministro Barroso, que, por sua vez, está possesso, o que pode resultar no banimento do Telegram do Brasil.

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Em nota, o TSE explicou que “nenhum ator relevante no processo eleitoral de 2022 pode operar no Brasil sem representação jurídica adequada, responsável pelo cumprimento da legislação nacional e das decisões judiciais”.

(jornaldacidadeonline)



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