Subprocurador pede bloqueio de bens de Moro e vê suspeita de "sonegação" (veja o vídeo)



 

O ex-Ministro da Justiça, Sérgio Moro, continua mais perdido que cego em tiroteio.

Sem noção do seu tamanho, ele se imiscui numa batalha de titãs da política.

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Perto de Lula, um gênio do mal que arquitetou o maior esquema de corrupção da história – um mecanismo internacional que envolvia as organizações mais perigosas de três continentes, ou de Bolsonaro, um politico que destruiu um "sistema eleitoral" que acreditava que para se eleger presidente era necessário uma constelação de partidos e um montanha de dinheiro, Moro é invisível.

É obvio que perto desses gigantes Moro é um anão político.

Sergio Moro foi tão ‘faixa-branca’ que se realmente quisesse destruir Bolsonaro bastava aguardar mais três meses e ele seria indicado para o Supremo. E uma vez lá, estaria numa posição de poder vitalícia.

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Vacilão, se precipitou e agora tem que correr atrás de votos para sobreviver.

Com erros sucessivos está cada vez mais preocupante a vida da "terceira via".

Em uma nova investigação referente ao caso da Alvarez e Marsal, o subprocurador Lucas Furtado, ressalta que “há risco da inviabilização do ressarcimento e do recolhimento de tributos aos cofres públicos”. 

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O subprocurador mudou o próprio entendimento e voltou a defender que o TCU investigue os ganhos de Moro, de R$ 3,6 milhões, pagos pela consultoria.

Para Furtado, Moro foi contratado fora do regime CLT e houve a chamada “pejotização” a fim de reduzir a tributação incidente sobre o trabalho assalariado.

“Ao aplicar a teoria da desconsideração da pessoa jurídica, o TCU é competente porque há dinheiro público”.

Com isso, subprocurador pediu a indisponibilidade de bens de Sergio Moro (Podemos) por suposta "sonegação de impostos".

Luan Amâncio esmiuçou o assuntou e revelou os detalhes da ação:

(jornaldacidadeonline)



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