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Através desta nota venho manifestar indignação ao cancelamento da sessão de cassação ao prefeito Isaú Fonseca e ao cenário político de corrupção e monopolização no município de Ji-Paraná.
Lamentavelmente, nesta tarde de quinta-feira 15.02, a justiça da 4º vara civel de Ji-Paraná através do Juiz excelentíssimo Sr. Robson José Dos Santos, estabeleceu que constitucionalmente não houve prazo juridicamente para julgar a cassação de Isaú Fonseca | MDB-UNIÃO BRASIL, por incompetência e irresponsabilidade da comissão processante que esteve no compromisso da vereadora Rosana Pereira, vereador Bruno Carvalho, e vereador Edmilson Procópio resultando no cancelamento da sessão de cassação que iria acontecer às 19 horas na câmara municipal, em motivos negligentes de tramite jurídico, que resultou a perda de prazo nos últimos 90 dias em não movimentação à ação.
Ou seja, foi tudo planejado entre a comissão processante de “Rosana Pereira e advogados do prefeito Isaú Fonseca” a resultar na perda de prazo, possivelmente se houvesse a cassação, advogados de Isaú Fonseca iria recorrer para retorna-lo ao cargo.
Algumas vezes pautamos que a vereadora Rosana Pereira agia de forma maliciosa e tendenciosa usando a corrupção do município a seus interesses particulares ao partido NOVO, perpetuando todo o mandato de “barulho e blá, blá, blá” em redes sociais que chegaram ao quarto ano sem agir juridicamente respeitando os procedimentos corretos de lei para que as medidas computassem ao afastamento do Prefeito Isaú Fonseca.
Uma nítida quadrilha utilizando parcela do jornalismo municipal a serviço de ludibriar à população e conduzir o tempo de mandato da gestão Isaú Fonseca em prol a corrupção e o desenvolvimento do Partido NOVO em Ji-Paraná.
No mês de outubro do ano passado detalhei diversas negligencias apresentadas por este “falso grupo de oposição” à Isaú Fonseca que resultaram a mim e jornalistas vilhenenses do jornalismo Vilhena Noticias à denúncia ao Ministério Público de Ji-Paraná. Somente assim, este grupo falso de oposição da vereadora Rosana Pereira passou a protocolar a denúncia no Ministério Público para o pedido de cassação de Isaú Fonseca, indicando responsável ao protocolo o sargento da polícia militar Jean Cesar, resumindo-se hoje, em um falso protocolo para a cassação.
É de tamanha irresponsabilidade o cenário político de “petistas infiltrados na direita” perpetuando no município de Ji-Paraná pela monopolização, e que apresentam mais um teatro de “vereadores farinha do mesmo saco” à serviço da corrupção.
Assessoria
