Chanceler Ernesto Araújo diz cogitar sanções específicas contra Venezuela



O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse nesta sexta-feira (1º) que podem ser adotadas “sanções específicas” para “acelerar mudanças” na Venezuela que vive uma crise política, econômica e humanitária. Disse também, em uma entrevista coletiva, que a “pressão diplomática” vai permanecer.

“Sanções específicas podem ajudar a acelerar mudanças políticas. No caso específico, teríamos que ver se sanção seria compatível com legislação brasileira e se seria útil realmente para acelerar a transição. Então, é algo que não dá para ver em abstrato. Mas o principal é a pressão diplomática continuada em favor da transição democrática”, afirmou Ernesto Araújo.

Nesta semana, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que o Brasil poderia enviar ajuda humanitária à Venezuela, além de impor sanções como bloqueio de bens de membros do governo venezuelano no Brasil. O Brasil, junto com os EUA, Canadá e outros países da América Latina, junto com países membros da União Europeia, reconheceram Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, não reconhecendo a legitimidade do novo mandato de  Maduro no cargo de presidente.



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