
Uma ação da Polícia Militar interrompeu uma movimentação que, segundo informações de inteligência, poderia resultar em um ataque a tiros no Condomínio Morar Melhor, na zona Sul de Porto Velho. Dois armamentos — uma pistola calibre .380 e outra 9 mm — foram apreendidos, além de carregadores e dezenas de munições. Um jovem de 18 anos foi preso e um adolescente apreendido durante a ocorrência.
O cerco policial foi montado após equipes receberem informações de que homens armados estariam se deslocando para o condomínio com a possível intenção de atacar integrantes de um grupo rival. A operação contou com atuação do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR), por meio de informações do setor de inteligência.
Na entrada do conjunto habitacional, os policiais abordaram veículos e conseguiram interceptar um dos suspeitos. O jovem de 18 anos ainda tentou fugir, mas foi alcançado. Com ele, os militares localizaram uma pistola calibre .380, um carregador e 17 munições.
As diligências continuaram após os policiais receberem informações sobre uma segunda arma que estaria escondida nas proximidades de um reservatório de água, em uma borracharia. No local, um adolescente foi abordado acompanhado de uma mulher. Durante a ação, os policiais encontraram uma pistola 9 mm, carregador e 24 munições.
De acordo com as informações divulgadas sobre a ocorrência, uma pane mecânica teria atrapalhado o deslocamento dos envolvidos e contribuído para a intervenção policial antes que o possível ataque fosse concretizado.
A presença de duas armas de fogo e de dezenas de munições elevou a preocupação das forças de segurança diante da possibilidade de um confronto armado em uma área residencial, onde moradores poderiam ficar expostos ao risco.
O jovem foi preso e o adolescente apreendido, enquanto a mulher foi conduzida para esclarecimentos. A investigação deverá apurar a origem das armas, a eventual participação de outras pessoas e as circunstâncias que levaram os suspeitos até o condomínio.
Apesar das informações de inteligência apontarem para um possível ataque contra integrantes de um grupo rival, essa motivação ainda integra a investigação. A responsabilidade individual dos envolvidos dependerá da análise das provas reunidas pelas autoridades.
Fonte: noticiastudoaqui.com