ENTREVISTA COM ADELINO – “O sucesso dele (Rocha) é o nosso sucesso” | Noticias Tudo Aqui!

ENTREVISTA COM ADELINO – “O sucesso dele (Rocha) é o nosso sucesso”

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Em entrevista ao noticiastudoaqui.com o deputado Adelino Follador, da Região de Ariquemes, em seu 3º mandato de deputado estadual, emitiu sua opinião sobre importantes temas do momento e de interesse da sociedade rondoniense. Veja o que ele pensa sobre a

Relação do coronel Rocha com a Assembleia

- O governador eleito até hoje, 22 de novembro, ainda não visitou o Poder Legislativo. Já deveria ter feito isso. Os poderes têm que ter diálogo. Caso contrário, fica difícil. Então, temos que esperar para ver.

A nível nacional a gente ver que as situações estão se acomodando e o presidente Bolsonaro criou uma credibilidade. Eu o apoiei desde o primeiro turno, pois vi uma esperança nele. O ministério que ele está montando está reforçando a confiança em seu governo.

Aqui, os deputados estavam preocupados com a transição. Agora vemos que a comissão já começou a trabalhar. Só que ao meu ver, deveria ter os prováveis secretários juntos para já ir tomando conhecimentos dos problemas. Ninguém sabe quem vai assumir. Mas aqui na Assembleia todos estamos torcendo para que o futuro governo dê certo. Embora Rondônia seja um dos estados da federação que está numa melhor situação, nós não podemos nos acomodar.

Nós todos estamos torcendo pelo sucesso do governador eleito, Marcos Rocha. O sucesso dele é o sucesso de Rondônia. De todos nós. Estamos preocupados em dar todo apoio para que ele tenha sucesso.

Mas acho que ele tem que montar sua equipe urgente. Já passou a hora dele tornar público quem serão as pessoas do seu secretariado. Eles já deveriam eram estar trabalhando. Esperamos que daqui até o começo de dezembro o governo já esteja definido. Até porque do meio de dezembro em diante, são as festas de fim de ano.

No dia 1º de janeiro é a posse e todo mundo tem que já ir trabalhando sabendo o que cada um tem que fazer em sua pasta. Já pensou no dia 1º de janeiro não ter diretor no João Paulo, no Hospital de Base, pronto para trabalhar? Complica mais ainda.

Questões urgentes

Nós temos a questão dos precatórios, o endividamento do Beron que está sendo parcelado de novo, inclusive o pagamento dos 14 meses que ficou suspenso pelo STF, dívida da Caerd e várias outras situações. Embora tenhamos ainda uma boa capacidade de endividamento em relação a outros estados, nós não podemos relaxar.

Temos o problema da Sedam onde um processo de licenciamento leva de 3, 4 até 6 meses para tramitar, e trava o crescimento de Rondônia. A questão ambiental está travando o estado de Rondônia. Por outro lado, as prefeituras que assumiram obrigações através de convênio para realizar atividades na área ambiental, não têm técnicos, gente capacitada para realizar os procedimentos de liberação ambiental e nem capacidade financeira para contratar. Por isso, não estão mais querendo o convênio.

Sedam precisa de pessoal efetivo para poder assinar projetos e responder por eles ao longo do tempo. Tem que concursar. Não pode ser portariado.

A secretaria tem que voltar a montar uma estrutura nos escritórios regionais para poder atender e realizar essas tarefas nos municípios. Mas sabemos, por outro lado, que ela também não tem técnico suficiente para dar conta das tarefas que lhe compete. Esse é um grave problema que o futuro governo precisará resolver de imediato. Ou Rondônia para.

Temos a questão da segurança. Tem delegacia que só tem um policial civil. A Polícia Civil está precisando de gente. Neste final de ano vão se aposentar mais 400 servidores. Hoje, é preciso repor 60% dos policiais civis. Tem que fazer concurso urgente.  A Polícia Militar também tem carência de pessoal. Nesse momento tem 400 concursado fazendo academia. Mesmo assim, são ainda insuficientes.

Dos 60 mil servidores que o estado tinha, muita gente já foi aposentada e muitos já foram transpostos para o governo federal. Outra boa quantidade estão se aposentando e outro tanto aguardando a transposição. São pessoas que não se pode mais contar com elas. O Estado tem que fazer um diagnóstico do seu quadro de pessoal e estabelecer prioridades de reposição. Se não fizer isso, o estado trava por falta de gente nos lugares certos.

A saúde por exemplo, está numa situação muito crítica. A situação do João Paulo II é uma vergonha para nós como políticos. Eu sinto vergonha quando vou lá no João Paulo. Embora não sejamos executivos, é constrangedor.

E a questão da Educação? Noventa por cento do orçamento está comprometido com pessoal, manutenção e custeio. Se lá não tiver alguém que conheça, vai travar. Em fevereiro começam as aulas. Quem assumir já vai ter que abrir matrículas. Em março tem que está todo mundo em sala de aula. É uma área preocupante.

Tem o DER. O diretor geral está preocupado. Ele não tem óleo diesel para dezembro nem para fazer emergência.

 Conheço e tenho informações de muitas estradas que já estão ficando intrafegáveis. Como a estrada da Triunfo e o B-40 Sul (RO-144). Isso preocupa muito.   

A eleição da Assembleia                                                        


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