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OPINIÃO - Quando as Máscaras caem

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Entre os dias 07 e 12 de setembro de 2021, o Brasil viveu seu despertar para a vida adulta após 521 anos de história da jovem Nação. Tudo indica que o rápido amadurecimento, após uma gangorra de emoções, servirá para selar definitivamente o tempo desta Nova Era Conservadora.

Após a monumental demonstração de força popular – que é força política – o Presidente expôs ânimos exaltados de extremistas de ambos os lados do espectro político. Ou foi de um lado só? Entre choro e ranger de dentes, as máscaras caíram: da nova esquerda e da Direita marxista.

Explico. Após a Carta da Paz, emitida pelo Presidente, e que calou a voz dos que o acusavam de “golpista”, veio a surpresa para a grande maioria do povo ordeiro: descobrimos que uma ala da Direita – na verdade uma falsa direita (marxista) – é tão revolucionária quanto a esquerda!

É como se, tirada a máscara, descobríssemos um "Che Guevara" a nos orientar!

Fustigaram o Presidente impiedosamente, talvez com ainda mais virulência que sua irmã siamesa – a esquerda radical a quem incompreensivelmente não atacam mais. Será coincidência ou é de uma turminha que quer tomar o lugar das velhas raposas? Interesses pessoais falando alto?

Tudo indica serem novas raposas, pela quantidade de prints que circulam nas redes sociais mostrando uma faceta totalmente incongruente com o conservadorismo que “dizem” fazer parte. Nem mesmo se enquadram entre os liberais, o outro grupo que integra a Direita.

De repente, o grande público ficou chocado que alguns líderes, medalhões, analistas, caroneiros e influencers que supostamente representariam a intelligentsia bolsonarista, na verdade falavam com o fígado e não com a razão – testemunho oposto do que se espera dessas pessoas.

Do outro lado, a esquerda reagiu descontroladamente ao apoio monumental do povo a Bolsonaro e convocou, através de 10 partidos de oposição via MBL, uma manifestação-resposta ao Sete de Setembro/21. Como disse o Lucas Jeha, só esqueceram que o povo tem repulsa pela esquerda.

O resultado geral não poderia ter sido mais catastrófico! A mídia canhota fez malabarismo mental para justificar o injustificável: negar ou ignorar os milhões de pessoas no Sete de Setembro/21 e justificar o fracasso retumbante da esquerda no dia 12.

E chegamos à primeira conclusão: já passou da hora de dar importância para as mídias tradicionais, desesperadas pela abstinência de dinheiro público. O jornalismo (quase) acabou.

Notória foi a vergonha pública de Ciro Gomes, Joice, Amoedo, Mandetta, Tebet, Alessandro Vieira, Arthur do Val, Moura, Kim Kataguiri e até Renan dos Santos – um dos fundadores do MBL que está em evidência por um vídeo em que parece falar de estupro, caso que merece investigação.

A esquerda e a “3ª via” se desintegraram enquanto Bolsonaro está politicamente gigantesco: a Nação amadureceu, a economia respirou e já se tornou o novo foco da esquerda “quanto pior, melhor” com a ameaçadora observação de Tebet – e Lula, o zumbi, ainda resiste ao sepultamento político.

Uma vez que o Povo mostrou de que lado está – o que inviabiliza qualquer proposta de impeachment contra o Presidente, ainda mais resguardado pela carta conciliadora – só resta partir para a exposição da mídia corrompida, do zumbi e da Direita marxista, a Falsa Direita!

Não há que ter medo de “dividir” a Direita. Esse mito não cabe aqui: os que violentamente xingaram são ínfima minoria e, portanto, não farão falta! Jamais foram conservadores e sequer Direita! Que busquem seu público revolucionário: entre nós, não devem mais ser tolerados!

Deve-se deixar de seguí-los, para diminuir sua visibilidade e desmascarar sua falsa relevância. Na verdade, alguns não passam de aproveitadores. São Raspútins que apenas querem clientes e não ajudar o Brasil; engordar a conta bancária e não formar cidadãos conscientes.

Os caroneiros da “crítica construtiva” apelam ao orgulho do sentimento de superioridade intelectual, mas não passam de “novas raposas” revolucionárias. Acham que ser conservador é fumar charuto, falar palavrão e agredir com respostas pesadas e sem argumentos.

A pergunta é: não sendo verdadeiros conservadores, podem ser guias da Direita? Creio que não. Será necessário discernir suas obras e atos. Qual é seu testemunho? Sua coerência? Quando a vida e as declarações com o fígado nos chocam, nota-se que já não orientam, mas confundem.

Por conta disso, eis que surgiu um grande vácuo na Direita pensante.

No entanto, creio que já é momento dos verdadeiros Conservadores aparecerem e assumirem mídias, produzirem vídeos e análises verdadeiras – racionais e não emotivas – na guerra cultural. E já temos vários bons exemplos nas redes e nas plataformas de vídeos. Só não são conhecidos.

Que sejam valorizados e difundidos os que não se comportam emotivamente, mas que silenciosamente trazem a verdade! Com respeito aos nossos valores e ao nosso Presidente!

Avante, Conservadores! É hora de tomar as rédeas da guerra cultural!

Angelo Lorenzo

(jornaldacidadeonline)


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