Exposição com peças de 10 mil anos é aberta para o público em Porto Velho
Por: Redação | Publicado em: | Categoria: História
Reserva Técnica Arqueológica do curso de Arqueologia da Unir, no Campus de Porto Velho, foi inaugurada com esta exposição.
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História e artefatos de Rondônia. Estes foram os fatores que construíram a exposição que leva o nome de "Arqueologia e diversidades: 10 mil anos de história no Rio Madeira". A exposição foi aberta esta semana e inaugurou a Reserva Técnica Arqueológica do curso de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), no Campus de Porto Velho. O espaço está aberto para visitação da comunidade geral gratuitamente.
O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A Reserva fica localizada dentro do campus de Porto Velho, no prédio 4E, próximo ao ginásio Tatuzão.
De acordo com a Universidade, a reserva técnica é o "local de guarda e de exposição das coleções arqueológicas da Unir". Além disso, o espaço será usado para pesquisa e ensino e auxiliará na formação de acadêmicos e de outras instituições, como também em atividades de extensão para público geral.
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A ideia da exposição atual é mostrar a história das ocupações ao longo do Rio Madeira através dos artefatos adquiridos em Rondônia. O objetivo, segundo a Unir, é "apresentar a profunda história das comunidades, especialmente as indígenas, que viveram nesta região próxima ao rio Madeira ao longo dos últimos 10 mil anos".
Como visitar?
A exposição está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Para agendamento das visitas guiadas e em grupos é necessário entrar em contato por meio do site www.rtdarq.unir.br, pelo e-mail rtdarq@unir.br ou diretamente pelo preenchimento do formulário disponível neste link.
A Universidade informou que, nas visitas guiadas, "o público é conduzido por meio de um roteiro sugerido e da mediação com abordagem participativa. A intenção é provocar reflexões sobre os conhecimentos, os métodos e práticas arqueológicas, interpretações e memórias locais, as mudanças ocorridas na paisagem, a utilização dos artefatos e a simbologia desses objetos, buscando promover a preservação e a gestão do patrimônio arqueológico".
(SGC)
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