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A Associação dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, comemora no próximo dia 1º de agosto, o 111º aniversário da rodovia que desafiou a tecnologia e a coragem humana de construí-la em plena Selva Amazônica.
Tudo começou com a necessidade da Bolívia de escoar sua produção de borracha no mercado internacional. O único caminho possível passava pelos rios Madeira Mamoré, em terras brasileiras, onde muitas embarcações naufragaram.
Na época, a EFMM foi umas das maiores e mais difíceis obras do mundo. Tanto que o magnata Percival farquar foi considerado louco quando disse que venceria o desafio de se construir uma ferrovia em plena selva Amazônia.
Afinal, os ingleses já haviam tentado construi-la duas vezes, e fracassaram. Mais de 6 mil trabalhadores morrem durante as construções.
São heróis anônimos que iniciaram a construção dessa grande e importante estrada de ferro. Não é exagero dizer que a Estrada de Ferro Madeira Mamoré é a "mãe" do Estado de Rondônia.
Através dela surgiu a cidade de Porto Velho, o Território Federal de Rondônia, e finalmente, o Estado de Rondônia.
O complexo ferroviário são bens imóveis da União Federal, legítimo possuidor do imóvel localizada na Avenida Farquar s/n, Centro, CEP 76.801-020- Porto Velho/ RO, denominado Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, incorporado ao patrimônio da União, pertencente à extinta Rede Ferroviária Federal S/A.
A transferência se deu por força do decreto n: 58.501, de 25 de maio de 1966 e foi registrado sob a matrícula n: 1060, no Cartório de Registro do 1º Ofício de Registro de Imóveis de Porto Velho, jurisdição de Rondônia, e com 366 quilômetros até a Estação de Guajará-Mirim, com matrícula registrada também no
cartório Guajará-Mirim.
Fonte: noticiastudoaqui.com
