Se a Amazônia candidata fosse candidata?



 

Nas campanhas eleitorais, uma regra não escrita nos estatutos partidários é que seus departamentos jurídicos servem para orientar o cumprimento das normas legais e também para apoiar o departamento de jeitinhos e desculpas esfarrapados. Truques para burlar as leis eleitorais já vêm desde os tempos das bolas de cera, sistema que regulou as primeiras eleições.

Hoje existe a guerrilha digital, com gabinetes de amor e ódio, robôs e bolhas espalhando nas redes sociais elogios aos seusídolos e calúnias contra adversários, exibidos como seres demoníacos. Mas se louvar chefes é um direito dos bajuladores, ofender pessoas é crime. No caso da Amazônia, louvá-la é até ato de defesa da humanidade, pela importância da região para o futuro do clima e a continuidade da vida na Terra, mas ofendê-la em sua integridade é um crime gravíssimo, de lesa-humanidade.

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Se fosse candidata e tivesse departamento jurídico, o que a Amazônia diria de truques, jeitinhos, calúnias, crimes ambientais e perseguições para prosseguir a destruição? Silenciosa e fora das urnas, ela sofre. Talvez o conceito de “justiça ambiental” se
imponha por haver a injustiça ambiental evidente, como demonstrou Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental. Aliás, a Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) tem se empenhado em valorizar o papel
a Justiça na defesa da natureza e dos povos da região.

Fonte: noticiastudoaqui.com

 

 

 

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