|
|
|
Dependendo dos índices e do instituto, os números são diferentes. Mas há uma conta matemática simples, que pode resumir a situação. Nos últimos três anos (até dezembro passado), foram registradas no Brasil 20.699.802 novos empregos. No mesmo período, houve 17.969.205 demissões. A diferença (2.730.597) é o número de novos empregos criados até aquela data. Some-se a isso o número de 770.593 novos postos de trabalho abertos entre janeiro e abril deste ano. Isso significa que 3.501.190 novos empregos no Brasil. O que isso significa? Basicamente, que em 2019 tínhamos 14 milhões de desempregados e hoje temos 25 por cento a menos. O total caiu para cerca de 10 milhões e 500 mil pessoas sem trabalho. Claro que este desempenho excepcional da economia brasileira, com algumas exceções, se tornou informação mais que secundária, até mais que isso, no sistema politizado da chamada grande mídia nacional, formada por alguns dos maiores adversários do jornalismo verdade, que tentam mudar a História, imaginando que qualquer notícia positiva no contexto do momento político que vivemos, possa vir a beneficiar o atual Presidente e seu governo. Este fato, que mereceria comemorações, fosse outra época e não a atual, onde vivemos divididos por causa de crenças políticas, com os interesses nacionais ficando em terceiríssimo plano, é algo inédito no mundo, principalmente depois de dois anos de uma pandemia inédita, que afetou com força a economia de todo o Planeta. Quando recebeu o país com um desemprego crescente e escândalos explodindo em todos os lados, deixados por governos enrolados até o pescoço com corrupção, o atual governo não podia imaginar que este Brasil é uma terra diferente, com um povo diferente, que se tornou especialista em superar as dificuldades, desde que nasce até sua morte.
Rondônia também tem o que comemorar, neste pacote positivo em relação ao emprego. Um dado, constatado pelo IBGE, é de muita importância. Somos um dos quatro estados do país onde o desemprego tem os menores índices. Somos os primeiros em nível de emprego no norte do país. Só ficamos atrás de economias fortíssimas, como as do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Santa Catarina. Nos últimos 13 meses, apenas em empregos formais, foram 18.505 postos criados a mais do que os perdidos. Só em abril deste ano, foram 1.315 empregos a mais; 6.217 apenas nos quatro primeiros meses deste 2022. Tanto em nível nacional quanto no Estado, obviamente que são programas criados para o desenvolvimento, para a facilitação da criação de novas empresas e novos empregos, que ajudam substancialmente o crescimento econômico. Para se ter ideia do que isso representa, com o apoio do Governo rondoniense, segundo a Junta Comercial (Jucer), foram criadas, apenas no ano passado, nada menos do que 26 mil novas empresas, principalmente micros e pequenas, todas elas representando também postos de trabalho. O momento é de extremas dificuldades, mas, ao menos na questão do emprego, estamos tendo o que comemorar.
Fonte: noticiastudoaqui.com
Autor: Sérgio Pires
