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Desde ontem, terça-feira (12), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a contar com o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE). O órgão vai atuar de forma coordenada no combate à desinformação, discursos de ódio, discriminatórios e antidemocráticos, no âmbito eleitoral.
Este é o nome pomposo que o Poder Judiciário do Brasil deu à sua nova estrutura, criada e instalada no âmbito da Justiça Eleitoral do País. A Hidra ganhou mais uma cabeça.
O Centro é mais um instrumento de controle e censura política, como se não bastasse o próprio Tribunal Superior Eleitoral, com a sua capilaridade nos tribunais regionais eleitorais (TRE’s), monstrengos que o constituinte de 1988 perdeu a oportunidade de eliminar, ao invés de fortalece-lo, a ponto de devorar e engolir os seus próprios criadores, como está fazendo agora.
Um instrumento que mesmo nas democracias mais avançadas do mundo, não existe, por não ser necessário.
Na verdade, a Justiça Eleitoral brasileira é uma arma jurídico/política, que atua contra o eleitor e os seus representantes, de onde se origina todo o poder de uma Democracia. A mesma Democracia que este monstro ataca, em nome de sua suposta defesa.
O CIEDDE, nada mais é que um Gabinete do Ódio e da Censura a serviço do sistema, que ora governa o Brasil, com mão-de-ferro e punho-pesado, contra os seus adversários políticos e ideológico.
Este Centro de Enfretamento à Desinformação, é a mais pura censura com a qual a ministra Carmem Lúcia, do STF, concordou: ‘é censura, mas vou concordar só desta vez, por uma semana’. E ela, a censura, nunca mais foi embora do cenário da nossa Democracia. E a juíza carregará esta vergonha pelo resto da vida.
Aliás, é na Democracia que está o problema. Sabíamos que o Brasil era um Estado Democrático de Direito, regido pelo o Império das Leis, com os cidadãos tendo direitos à ampla defesa e ao contraditório, com liberdade de imprensa e opinião, e toda demanda resolvida através do devido processo legal, com garantias à foro próprio e presunção de inocência, sob a tutela maior da Constituição Federal vigente, aprovada pelos constituintes, legítimos representantes escolhidos pelo o povo, em 1988.
Esta nova cria do sistema, está sob a direção do ministro do STF Alexandre de Moraes, que deixa a presidência do TSE esse ano, mas não fica sem instrumento de controle das eleições, das sacrossantas ou hipócritas urnas eleitorais, sobre as quais o brasileiro eleitor é privado de saber ‘toda’ a verdade. E todo aquele que ousar duvidar destas máquinas infalíveis, estará praticando o crime de desinformação, delito que não existe nas leis penais do Brasil.
Foi isso que Moraes, no ato inaugural do CIEDDE, deixou bem claro na sua gaguejante fala cheia de ameaças, com olhos chispantes e postura agressiva, contra todo aquele a quem atribuir a sua verdade como fato criminoso.
Esta é a Democracia Relativa do Lula ou o Regime Semi-Parlamentarista que os ministros do STF apregoam mundo a fora, tendo a Suprema Corte como o órgão moderador. Embora nada disso esteja na Constituição Federal do Brasil.
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Fonte: noticiastudoaqui.com
