Moraes nega convite para treinar no Exército



A Força Armada chamou Moraes para voltar a treinar em uma de suas academias em Brasília.

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, recusou um convite feito pelo Exército Brasileiro.

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A Força Armada chamou Moraes para voltar a treinar em uma de suas academias em Brasília.

De acordo com o ministro, a negativa ao convite se deu pelo fato de que haveria paparazzis no local.

“Se eu voltar, o que vai ter de paparazzi lá tirando foto de eu treinando, vou perder a minha tranquilidade”, disse Moraes à Folha de S. Paulo.

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O magistrado também citou que sua presença no local iria atrapalhar o treino dos militares.

Em 2022, o ministro aceitou o convite do general Fernando Azevedo e Silva, que foi ministro da Defesa da gestão Jair Bolsonaro, para treinar nas instalações.

Porém, no ano passado, Moraes foi “desconvidado” após um comunicado sobre uma reforma no espaço, o que inviabilizaria a realização dos exercícios.

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Apesar disso, o presidente do TSE afirmou que nunca houve qualquer obra no local, e que o comunicado foi apenas uma maneira educada de não ter a sua presença no espaço.

“Eu falei: reforma em agosto? Reforma costuma ser em janeiro”, relatou Moraes.

De acordo com o ministro, o “desconvite” teria sido de autoria do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Moraes manda soltar mais 46 presos do 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar mais 46 denunciados por participação nos atos golpistas do dia 8 de janeiro.

As prisões preventivas foram revogadas e os bolsonaristas foram colocados em liberdade provisória com tornozeleira eletrônica.

Entre as exigências que precisarão ser cumpridas estão o recolhimento domiciliar à noite e ficar fora das redes sociais.

Quase um ano após os protestos violentos na Praça dos Três Poderes, 66 pessoas seguem presas, a maioria preventivamente.

A prisão preventiva é uma modalidade de prisão processual, ou seja, decretada antes de uma eventual condenação. Elas não têm prazo definido, mas precisam ser revistas a cada 180 dias.

Entre os 66 manifestantes que tiveram a liberdade negada estão oito já condenados pelo STF e 33 réus denunciados por envolvimento direto na depredação dos prédios públicos.

Dois deles foram transferidos para um hospital psiquiátrico, segundo o tribunal. Os outros 25 seguem detidos a pedido da PGR, por suspeita de incitação e financiamento aos atos golpistas.

As prisões foram revogadas menos de um mês após a morte de Cleriston Pereira da Cunha, de 45 anos, durante banho de sol no Complexo da Papuda.

(portaldeprefeitura)



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