Com duas vagas a mais, povo de Porto Velho vai eleger 23 vereadores, mas será que conhece todos os atuais?



Existe a necessidade de haver uma Câmara Municipal com mais opositores de qualidade legislativa

 

Porto Velho, RO – Dos 21 vereadores que compõem a 13ª Legislatura (2021-24), o Rondônia Dinâmica apostaria suas fichas que, dentre eles, a população de Porto Velho não faz a mínima ideia de quem são pelo menos dez.

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O (a) leitor (a) conhece, por exemplo, Valtinho Canuto (DEM), Wanoel (PV) ou Rai Ferreira (PSD)? Conseguiria ligar nome à pessoa? Conseguiria dizer de onde veio? Conseguiria citar exemplos do que fez ao longo do mandato?

E Aleks Palitot (PTB), Carlos Damaceno (PATRIOTA), Dr. Gilber (PODE), Dr. Júnior Queiroz (PODE) e Dr. Macário Barros (PODE)?

Ou, quem sabe, Edimilson Dourado (AVANTE), Edwilson Negreiros (PSB), Ellis Regina (PODE), Enfermeiro Roneudo (REPUBLICA), Everaldo Fogaça (REPUBLICA) e Isaque Machado (PATRIOTA)?

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De repente Joel da Enfermagem (PROS), Jurandir Bengala (PL), Marcelo Reis (PSDB), Márcia Socorristas Animais (PP), Márcio Oliveira (MDB), Márcio Pacele (PSB) e Paulo Tico (AVANTE), então?

Talvez.

A questão é que o período fora bastante insosso em termos de representatividade cidadã, e, a despeito de a confluência com o Poder Executivo municipal ser de suma importância para o desenvolvimento e manutenção da Capital, a realidade é que não houve oposição. Zero, na verdade, especialmente qualificada. Assim, um prefeito se sente à vontade para “nadar de braçada” sem recear eventuais consequências de potenciais desventuras administrativas.

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Hildon Chaves, sem partido atualmente, tocou, até então, uma gestão responsável cujos efeitos são sentidos na popularidade que o reconduziu em 2020 e muito provavelmente impulsionará sucessor de sua predileção este ano.

Agora, um comando “sem peneira” legislativa, sem fiscalização veemente, só poderia dar certo no campo das apostas, da sorte, contando com a boa vontade dos representantes políticos –, o que geralmente não ocorre em solo brasileiro.

Em 2023, mais duas vagas foram abertas a partir do pleito de outubro vindouro, e, em 2025, a cidade das Três Caixas d’Água contará com 23 edis.

Mais duas pessoas para lançar Pedidos de Providência; conceder títulos honoríficos; trocar nomes de rua; e, se o acaso sorrir aos portovelhenses, aí sim, fiscalizar, se atinar às “pegadinhas” dos Projetos de Lei do Executivo, especialmente aumentando impostos de maneira exorbitante, enfim, exercendo o mister com sabedoria, dedicação e de frente para a população, não de costas à sociedade.

Dito isto, vale o questionamento: são necessários mais dois  vereadores? A resposta fica sob a responsabilidade do (a) leitor (a).

(rondoniadinamica)



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