
Não é verdade que a economia brasileira vai de mal a pior. Isso é discurso de adversário político para tentar ganhar voto de eleitor desavisado. Nosso país está progredindo com excelentes indicadores. O setor econômico do Brasil nunca esteve tão bem como agora. E desafio alguém provar o contrário. A economia cresce em ritmo acelerado, na mesma velocidade de países de primeiro mundo. E isso é o reflexo de um governo que prima pela boa governança. Somos um modelo de gestão ética e transparência. Temos um governo disciplinado, que só gasta o que está no orçamento, que não desperdiça os recursos do contribuinte com inutilidades, ao contrário de dirigentes perdulários, que arrastaram a Nação para o abismo da insolvência.
O Brasil vai muito bem, obrigado! A oferta de emprego bate recordes históricos. A inflação, principalmente de alimentos, devidamente controlada. A cada dia uma loja, fábrica ou escritório abrem suas portas pela primeira vez. Empresas inauguram novas filiais. Endividamento familiar na casa de 70% é retórica eleitoreira. As famílias brasileiras, sem exceção, nunca estiveram tão bem, com suas obrigações financeiras em dia. Muitos estão aproveitando a prosperidade econômica para conhecer as melhores praias do Nordeste.
Discordo dos que dizem que a corrupção será o fiel da campanha eleitoral para a presidência da República, e que 60% da sociedade brasileira aponta a roubalheira como o principal problema do país, só perdendo para a segurança pública. Isso é conversa de analista político. A maioria da população tem assuntos mais importantes com que se preocupar do que ficar procurando chifre em cabeça de cavalo. Temos baixo nível de corrupção no setor público. Arrisco a dizer que estamos no mesmo patamar de Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, classificados como países com os menos índices de corrupção, segundo a Transparência Internacional. Quando raramente acontece um escândalo, como o que muita gente chama de “fraude bilionária de descontos indevidos de aposentados e pensionistas”, envolvendo uma instituição que cuida do dinheiro de velhinhos, os valores são ínfimos, e, na maioria das vezes, estão relacionados a erros de digitação, como esse do INSS. Prova disso é que o governo, sempre preocupado com a segurança financeira e o bem-estar de sua gente mais sofrida, já mandou ressarcir as vítimas da suposta fraude. Ninguém ficou sem receber um centavo.
Igualmente, não é verdade que a dívida pública brasileira bateu os R$ 9 trilhões, atingindo 80% do Produto Interno Bruto, com a possibilidade de chegar a 100% do PIB até 2027. Isso é coisa que só existe na cabeça de “economista de direita”. Por essas e outras, insisto que o Brasil vai muito bem, obrigado!