Assembleia Legislativa de Rondônia entrega relatório final da CPI das Reservas ao Ministério Público




Porto Velho (RO) — Em um ato considerado decisivo para a defesa dos interesses da população rondoniense, o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (Ale Ro), deputado Alex Redano, formalizou na manhã desta quarta-feira (21) a entrega do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Reservas ao Ministério Público do Estado (MPRO). A entrega ocorreu na sede da Procuradoria Geral de Justiça, com a presença de outros parlamentares que integraram a comissão.

Ao lado dos deputados Delegado Lucas Torres, Pedro Fernandes e Dra. Taíssa, Redano apresentou os resultados de quase dois anos de trabalho da CPI, que investigou a regularidade dos 11 processos administrativos responsáveis pela criação de unidades de conservação ambiental no estado, todas formalizadas em março de 2018.

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“Nosso trabalho foi técnico, transparente e, acima de tudo, compromissado com a verdade e com os interesses dos rondonienses. Esse relatório não apenas aponta as inconformidades, mas também apresenta recomendações que, se seguidas, vão corrigir injustiças e proteger milhares de famílias que dependem dessas áreas para viver e produzir”, destacou Alex Redano, que também presidiu a CPI.


Durante a reunião com membros do Ministério Público, o presidente da Ale Ro fez uma exposição detalhada dos principais pontos apurados pela comissão, que atuou entre 12 de abril de 2023 e 20 de março de 2025. Redano enfatizou que a Assembleia agora espera que o MP, como fiscal da lei, adote as providências cabíveis para assegurar os direitos da população afetada.

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“Hipotecamos nossa confiança no Ministério Público para que, dentro de suas atribuições, promova as medidas necessárias e efetivas. A Assembleia Legislativa cumpriu seu papel, e agora é fundamental que haja desdobramentos para garantir segurança jurídica, social e econômica para o povo de Rondônia”, ressaltou o deputado.

O relatório final também apresenta um conjunto de recomendações, que reforçam a necessidade de revisão, anulação ou adequação dos atos administrativos que originaram as reservas. A proposta é que eventuais correções sejam feitas respeitando o devido processo legal e assegurando os direitos fundamentais dos cidadãos rondonienses.

A entrega do documento marca uma nova etapa nas discussões sobre o tema das unidades de conservação, um dos assuntos mais sensíveis para milhares de famílias que vivem e produzem nessas regiões. A expectativa agora é que o Ministério Público avalie o relatório e tome as medidas legais cabíveis, promovendo a devida análise dos processos e suas consequências jurídicas e sociais.

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Fonte: noticiastudoaqui.com



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