Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) formada em 26 de dezembro deve trazer chuva para áreas entre Amazônia e Sudeste na virada
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Uma nova Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), formada na última quinta-feira (26), deve trazer bastante chuva para áreas entre a Amazônia e a região Sudeste ao menos até esta segunda-feira (30). É o que estima o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), segundo o G1.
Em relação a 31 de dezembro, dia da virada, pode chover em alguns locais. O meteorologista Fábio Luengo, da Climatempo, disse ao G1 que deve chover nas seguintes capitais:
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Belo Horizonte (MG);
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Brasília (DF);
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Porto Velho (RO);
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Rio de Janeiro (RJ);
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Vitória (ES).
Também há possibilidade de chuva em Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC). Mas, segundo o meteorologista, “se chover, deve ser fraco”. Luengo disse que nas demais capitais “a chance de chuva é bem pequena”.
Previsão do tempo para reta final do ano: tempo instável em boa parte do Brasil
As regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste devem registrar grandes volumes de chuva nos últimos dias do ano. Isso porque a ZCAS é uma faixa de nuvens extensa que geralmente vai das regiões Norte ao Sudeste. E esse sistema mantém o tempo instável nas regiões cobertas por ele.

Norte, Centro-Oeste e Sudeste devem registrar grandes volumes de chuva nos últimos dias do ano (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O novo sistema deve trazer acumulados de chuva superiores a 100 milímetros em diversas áreas, segundo a Climatempo. Em alguns locais, o volume pode passar dos 150 milímetros.

São Paulo está entre estados que deve registrar maiores volumes de chuva no Sudeste na reta final do ano (Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Luengo disse que “vai ter muita chuva principalmente ali no Centro-Oeste, destacando Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e norte do Mato Grosso do Sul“.
Para o Sudeste, os maiores volumes de chuva estão previstos para grande parte dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. E também deve chover no sul do Espírito Santo.
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No caso do Rio de Janeiro, Luengo alertou que algumas áreas do estado podem ter 200 milímetros de chuva – “o que pode levar a algum desastre maior”.
(olhardigital)
