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Religião e política não se misturam

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ColunistaValdemir Caldas

Misturar religião com política é um sacrilégio. A política é um campo minado de inveja, discórdia, traição e, principalmente, corrupção, ao contrário do que prega a palavra de Deus, cuja essência é o amor, a misericórdia, a caridade e o respeito ao próximo. Infelizmente, muitos políticos e líderes religiosos, cada vez mais preocupados com seus mesquinhos interesses, insistem em misturar as coisas de Deus com as coisas do mundo. Mas esses espertalhões não perdem por esperar. Logo, o látego correr-lhes-á no lombo, para aprenderem a não mais brincar com coisas sérias, porque o Todo-Poderoso não aceita que fariseus, travestidos de cristãos devotados, usem Seu santo nome em vão.

Não escondo minha admiração e meu profundo respeito pelo segmento evangélico. Tenho amigos e amigas em várias denominações. Só discordo quando algumas delas resolvem mistura religião e política, cedendo, inclusive, seus púlpitos, que é um local sagrado, reservado para pregação da palavra de Deus, para serem usados por políticos demagogos e bravateiros. Lembro que, em sua passagem por este mundo, Jesus fez questão de separar uma coisa da outra.

Isso pode ser observado no episódio em que Cristo é provocado por um fariseu sobre se seria licito para um judeu pagar imposto a Cesar. Antes de responder-lhe, porém, Jesus o repreendeu. Depois, pediu que um deles apresentasse uma moeda romana e então perguntou qual era o nome e a inscrição que estavam nela, ao que prontamente ele respondeu que era de Cesar. Então Jesus proferiu a Sua célebre frase: “Daí a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Em síntese, Jesus deixou claro que as coisas de Deus não se misturam com as coisas deste mundo. Erra, portanto, quem insiste em misturar religião e política.  Quando isso acontece, o resultado é desastroso.

 (*) Valdemir Caldas


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