LÍNGUA DE FOGO – Derrotados na política, mas vitoriosos na corrupção | Notícias Tudo Aqui!

LÍNGUA DE FOGO – Derrotados na política, mas vitoriosos na corrupção

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Claro que muitos corruptos, em Rondônia, se deram bem. Amorais, não estão nem aí por serem chamados de criminosos, corruptos e ladrões, bandidos. Chamem do que quiser.  

Assim como não se importam de enlamear a própria família. Rondônia tem seus tristes maus exemplos de familiares arrastados para a lama. Mas todos de bolsos cheios e nariz empinados.

Denúncias, investigações, processos, prisões, multas, inelegibilidade, tudo isso está dentro da contabilidade do corrupto. Assim como o custo da banca advocatícia que afirmará a inocência do cliente ‘perseguido’.

O que interessa é ter a clareza do volume dos valores desviados, roubados da sociedade, que dê para pagar os advogados e sobre o bastante para viver sem precisar saber o preço do arroz com feijão ou do quilo da carne.

Passado as penalidades, alguns optam pela proteção do ostracismo, e levam a vida no bem bom, na roda dos que louvam o vencedor, sem se importarem com a origem da abastança.

Mas outros, com a cara de Pinóquio, voltam à cena do crime para dar continuidade ao projeto de pilhagem do erário. Entre estes, uns se deram bem e outros se deram mal.

No primeiro caso, temos os exemplos, da família Donadon, do Cone Sul de Rondônia e da família dos Lebras, no Vale do Guaporé. E no segundo, o exemplo vem das famílias Amorim, em Ariquemes, e dos Muletas, no Jaru e Glaucione, em Cacoal. Mas nenhum destes voltaram à pobreza de antes.

Agora, em pleno ano eleitoral para prefeitos e vereadores, alguns municípios estão sofrendo instabilidade administrativa por conta de atos e ações criminosas dos seus gestores, e por batalhas travadas nas câmaras municipais e na Justiça.

São os casos exemplares de Ji-Paraná, Vilhena, Guajará-Mirim e Candeias do Jamari, entre outros. Nestes, cada prefeito está gastando a parte reservada aos advogados. E, assim é um entra e sai quem nem dá para saber quem é gestor do dia.

O de Ji-Paraná caiu ontem pela segunda vez. Em Vilhena e Candeias, já houve tanta troca, que até os porteiros têm dificuldade de informar o nome de quem está sentado na cadeira de gestor municipal.

Claro que, neste ano eleitoral, muitos irão mergulhar na poeira da história ou deletados para as sombras do esquecimento.

É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ que é publicado e vai ao ar toda segunda-feira às 17hs30.

Fonte: noticiastudoaqui.com                     


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