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Quando o ex-governador Jorge Teixeira reinaugurou o tráfego ferroviário entre Porto Velho e a Vila de Santo Antônio em 1981, um trecho de 7 quilômetros da histórica Ferrovia Madeira Mamoré, a ‘Ferrovia do Diabo’, ele não resgatou somente a saga de sua construção no meio da selva: ele resgatou o orgulho e a auto-estima do cidadão portovelhense, da nação rondoniense.
Cada vez que a locomotiva Baldwin 50 apitava, anunciando mais uma viagem, a alegria invadia a alma de quantos a ouviam. E quando a ‘maria fumaça’ começava a resfolegar e se mover para a Vila de Santo Antônio, a felicidade e a emoção tomava conta de todos. Era um sonho, um doce delírio, uma fantasia que só crescia à medida que os velhos ferroviários iam, nos vagões, contando a sua história.
Isso acabou em 1985, a partir de Ângelo Angelim, primeiro governador de Rondônia – nomeado –, após a redemocratização do país. De lá pra cá, todos nos devem o retorno da nossa alegria, da nossa identidade, da nossa cidadania. É hora de cobrar.
É sobre este tema o ‘Sem Papas na Língua’ de hoje. Veja o vídeo a seguir e faça o seu próprio juízo.
Fonte: noticiastudoaqui.com
