“Não sou ditador do Brasil”, diz Bolsonaro a apoiador que chora por fim do “comunismo”; veja vídeo



 

"Pessoal fica reclamando que acabou o emprego. Quem fechou o comércio não foi eu. Quem te obrigou a ficar em casa não foi eu. Eu faço a minha parte", disse Bolsonaro a grupo de apoiadores

Jair Bolsonaro (Sem partido) se irritou na manhã desta terça-feira (13) com a cobrança de apoiadores sobre medidas decretadas nos estados e munícipios para contenção da pandemia. Ao ouvir pedido de atenção de um apoiador do Rio de Janeiro, o presidente indagou: “o que é atenção?” e disse não ser “ditador do Brasil”.

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“Pessoal fica reclamando que acabou o emprego. Quem fechou o comércio não foi eu. Quem te obrigou a ficar em casa não foi eu. Eu faço a minha parte. E é impressionante – com respeito a você aqui – o pessoal em vez de me dar força, critica. Não sou ditador do Brasil”, disse.

Nesse momento, um apoiador que se identifica como “católico”, de Rondônia, pede ajuda nos estados “para que você, como presidente, tome conta dessas coisas, não deixe fazer isso que estão fazendo, esse lockdown, matando seu povo”. “Salva seu povo, querido”, diz o homem.

Bolsonaro então indaga: “Quem deu poder para estados e municípios fazer o que estão fazendo?”. O apoiador responde: “o próprio STF”. Reprimido por Bolsonaro, o homem pede uma audiência para falar “algo muito importante” e começa a chorar.

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“Eu sou católico. Você vai ver o que nós vamos falar. O senhor vai adotar meu coração. Eu falo sincero… Vou chorar. Porque sei que o Brasil vai passar por essa situação. É o comunismo. É o comunismo”, diz o homem.

(RevistaForum)

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