Oportunismo e contradições da bancada federal nas votações do voto auditável, volta das coligações e do fundão partidário



Léo Moraes (Podemos) foi o único voto de Rondônia contra a volta das coligações para eleições de deputados e vereadores

 

PORTO VELHO – A representação de Rondônia na Câmara baixa do Congresso Nacional andou surfando na onda das manifestações do eleitorado nas redes sociais em pelo menos duas votações de temas relevantes na Câmara dos Deputados: a que reintroduz no processo eleitoral a volta das famigeradas coligações partidárias e a  que instituiria o voto auditável com comprovante impresso. 

Continua após a publicidade.

Literalmente, jogaram para a plateia!!!

 

Para ser justo, na votação das regras para as eleições do ano que vem, o deputado Léo Moraes (Podemos) foi o único que votou contra esse retrocesso.

Continua após a publicidade.

Sete a um. Foi igual à goleada da Alemanha naquele time que os brasileiros nem gostam de lembrar. Mas, desta vez foi como votaram os deputados federais rondonienses durante a análise do projeto que propunha a volta das coligações partidárias para eleição de deputados e vereadores.

O único voto contra a aprovação da matéria foi do deputado Léo Moraes (Podemos) e, até parlamentares como o Coronel Chrisóstomo, aliado de Bolsonaro e que se identifica com o vazio adjetivo de ‘nova política’, sempre alegando defender o interesse do eleitor, votaram a favor.

Continua após a publicidade.

Além dele, também votaram a favor do retrocesso à eleição de 2018 os deputados Expedito Neto (PSD), Jaqueline Cassol (PP), Lúcio Mosquini (MDB), Mariana Carvalho (MDB), Mauro Nazif (PSB) e Silvia Cristina (PDT).

OUTRAS VOTAÇÕES

Há alguns dias, a bancada de deputados federais de Rondônia deu todos seus oito votos a favor da PEC do voto impresso, mas para isso há uma explicação para justificar alguns dos votantes.

É que o voto em massa, favoráveis ao voto impresso, não iria influenciar no resultado final, o já esperada reprovação da proposta. Daí, para ficarem bem na foto junto ao eleitor, sete dos oito que votaram a favor podem ter feito apenas para não ter prejuízos políticos nas eleições do ano que vem.

A pressão do eleitorado pelas redes sociais tem dado resultado.

Ou, como dizem, repórteres esportivos, “jogaram para a plateia”. Outra votação importante, foi a em que se discutiu a ida de 5,7 bilhões de reais para os partidos gastarem. Desta vez Leo Moraes, Mauro Nazif e Expedito Neto foram contrários.

Mas a favor da montanha de reais para os políticos foram os votos dos deputados Lúcio Mosquini, Sílvia Cristina, Jaqueline Cassol, Mariana Carvalho e Coronel Chisóstomo.

(expressaorondonia)



Noticias da Semana

Veja +