Toda ditadura faz eleições; nós estamos fazendo a nossa



 

Desde dia 16, última sexta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou o início da campanha política e eleitoral nos mais de 5 mil municípios brasileiros.

Em Rondônia, são 52 municípios. Alguns prefeitos buscam a reeleição e outros tentam emplacar os escolhidos para sucedê-los. E os outros estão ávidos para tomar-lhes o lugar. Ninguém que está, quer largar o poder. Nem quando o mandato acaba. E os que não estão, querem ‘tomar o Poder’.

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Nesta eleição municipal de 2024, particularmente, o que chama a atenção são fatores que a distingue da trajetória histórica no país.

O primeiro, é a polarização entre o que se denominou de ‘esquerda e direita’. Neste contexto, o que menos importa é o nome e o ideal partidário do grupo de partidos de cada lado, já que estão todos dentro do mesmo cesto.

Esta divisão da nação em duas bandas, faz com que cada uma tenha o seu líder. E aí temos uma eleição polarizada entre duas pessoas, cada uma com a visão de mundo que atenda à sua ambição.

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Assim, os candidatos a prefeito e vereadores são meras pedras de um jogo de xadrez, em que só um pode sair vencedor. E este implantará a ‘sua democracia’.

E aí temos outro fator: em qual ‘ambiente democrático’ estamos e para onde estão nos conduzindo.

Claro, já foi dito à luz do Sol, e as ações confirmam, que não estamos numa democracia plena. Mas, sim, numa ‘democracia relativa’.

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Por isso mesmo tudo foi relativizado e precarizado.

Não temos mais plena liberdade de imprensa e de livre opinião; temos censura e censores; não temos garantia e estabilidade jurídica; temos insegurança jurídica, por meio de justiça parcial, política e ideológica inconstitucional, que garroteia a Nação e os nacionais.

Neste quadro, metade da Nação é santa e a outra metade é pecadora, alvo dos mais cruéis castigos. A Justiça deixou de ser cega. Agora, ela tem um olho aberto e outro fechado. E o que enxerga, vê seletivamente.

As regras do jogo não são feitas pelo Poder Parlamentar; mas impostas pelo Poder Judiciário e o Executivo, que agem consorciados com outras instituições da República determinando até que palavras podem ser pronunciadas ou não.

Não temos urnas com votos comprovados e condições de conferência e auditagem pública; temos que acreditar na palavra de pessoas que perderam nossa confiança e respeito.

Todos os candidatos deste pleito de 2024 para sagrar-se eleitos, têm que ganhar pelo sufrágio eleitoral. Mas não é só isso. Precisam ganhar também, no terceiro turno que corre paralelamente. Ou seja: na Justiça. Precisa vencer os ‘tapetões’.

E não se iluda: a ‘democracia relativa’ que vivemos, conseguiu fazer cada um de nós espião do outro. Nos instrumentalizaram com aplicativos, telefones e outro meios de controle social, ao mesmo tempo que expulsam as redes sociais do país e censuram nossos direitos e liberdades nas que ficam submetidas às tiranas impostas.

Assim, nos dividiram e nos puseram uns contra os outros; nesta eleição e nas vindouras, se nada mudar.

É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje.

Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ publicado toda terça-feira, às 17hs30.

Veja agora, manifestações complementares sobre os fatos acima, em pequenos vídeos.

Fonte: noticiastudoaqui.com                   



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