|
|
|
É isso mesmo que o título deste Língua de Fogo diz: não temos nada a festejar neste dia 1º de maio de 2024, Dia do Trabalhador, agora elevado à condição de ‘Escravo Tributário’.
Este Dia do Trabalho, deveria ser comemorado se tivéssemos empregos para todos, e se os empregos pagassem salários justos, compatíveis com o custo de vida, com a inflação e os preços das coisas. E ainda sobrasse um pouco para guardar.
Mas o que vemos e vivemos é o inverso de todo o exposto acima.
Vemos é o capital estrangeiro e nacional fugindo, grandes empresas fechando as portas, desemprego subindo e pondo na rua da amargura centenas, milhares de trabalhadores, mergulhando famílias na mais cruel amargura.
Vemos é o governo Lula comemorando o Dia do Trabalho, com a maior cara-dura, sem se importar com cerca de 8 milhões de trabalhadores, com seus empregos postos em riscos, por sua sanha tributária, condenando a desoneração, que mantém funcionando setores vitais para a economia brasileira.
Vemos o governo Lula castigando o trabalhador e as empresas, com mais impostos, que recaem sobre a sociedade que trabalha e consome. Além da demonização do agronegócio e das atividades garimpeiras, que sustentam o PIB do Brasil, e põem comida na mesa dos brasileiros, e de mais um bilhão de pessoas mundo afora.
O desemprego, a inflação, o dólar, a violência, a fome, e até o fogo das florestas amazônica, são o que crescem no Brasil de hoje. Ah! A cobiça, a ganância, a corrupção e o patrimonialismo também estão em alta. E tudo isso, expolia e empobrece o trabalhador brasileiro, empurrando-o para a miséria venezuelana e cubana.
A fila do Bolsa Família, a esmola que rouba a dignidade do trabalhador, e ainda o transforma em ‘Escravo Eleitoral’, é o que também está crescendo no país. A imoralidade, a quebra dos códigos de ética, a insegurança jurídica e eleitoral, a censura, as prisões sem culpa, as perseguições, e o desprezo à Constituição Federal, também estão em alta.
Esta insegurança jurídica imposta ao País, pelo Consórcio Lula/STF, exemplificado pelas omissões do Senado e as crescentes invasões de propriedades privadas, e de órgãos públicos federais, pelo o MST, que a PGR, a PF e a Justiça não enxergam, e o ministro do Trabalho, que ao invés de denunciar e mandar prender, elogia e defende, é o que, também, mais cresce no Brasil de hoje.
Antes, o trabalhador labutava quatro meses para sustentar o governo. Agora, são necessários seis meses de suor, só para manter os 38 ministérios, que antes, eram 23. E bancar as imorais orgias do Poder Judiciário, materializado nos maus exemplos do Supremo Tribunal Federal que se irradia, capilarmente, para todo o sistema judiciário do Brasil.
E, claro, o trabalhador ainda tem que manter a vida de nababo, e a gastança sem fim, do ‘Casal Imperial’, com suas viagens ao redor do Mundo, em turismo e roteiros escolhidos a dedo pela primeira dama, que só dorme em lençóis de linho do Egito.
Ao trabalhador brasileiro se impôs um novo modelo de escravatura: agora ele foi ‘elevado’ à condição de ‘escravo tributário’, sob o chicote do ‘Capitão do Mato’, Fernando Haddad, o pau mandado do ‘Magnífico’.
É do que trata o ‘Língua de Fogo’ de hoje. Veja o vídeo, a seguir, e faça o seu próprio juízo. Aproveite e se inscreva na página noticiastudoaqui no youtube, e acompanhe, também, outros conteúdos como o podcast ‘Sem Papas na Língua’ que é publicado e vai ao ar toda segunda-feira às 17hs30.
Fonte: noticiastudoaqui.com
